Sanções administrativas atingem quase 25 mil empresas entre 2022 e 2024 — e a defesa técnica nunca foi tão necessária
- Sandro Valerio
- há 1 dia
- 2 min de leitura

Os dados mais recentes do Painel de Correção da CGU mostram um movimento claro: o aumento expressivo da responsabilização de empresas contratadas pelo Poder Público Federal.
Entre 2022 e maio de 2024, foram registradas:
24.923 sanções aplicadas a entes privados
R$ 1,18 bilhão em multas
8.589 sanções apenas no Ministério da Educação
1.918 sanções no Ministério da Defesa
Esses números revelam um ambiente regulatório mais rigoroso, impulsionado pela Lei 12.846/2013 e pelo Decreto 11.129/2022, que ampliaram o alcance dos Processos Administrativos de Responsabilização (PAR) e reforçaram a responsabilização objetiva das empresas.
Por que tantas empresas estão sendo punidas?
Falhas contratuais, mesmo sem dolo
Programas de integridade ineficazes
Interpretação ampliada da responsabilidade objetiva
Aplicação subsidiária de normas federais na ausência de legislação local
Intensificação da atividade correcional da CGU
A própria jurisprudência reforça essa tendência. A Súmula 633 do STJ estabelece:
“A Lei 9.784/1999 [...] pode ser aplicada, de forma subsidiária, aos estados e municípios, se inexistente norma local e específica que regule a matéria.”
Ou seja: a margem para erro diminuiu drasticamente.
Como a Advocacia Valerio atua nesse cenário
A Advocacia Valerio é especializada na defesa de empresas em processos sancionadores, com foco em:
Defesa estratégica em PAR
Contestação de multas e sanções administrativas
Acordos de Leniência
Pareceres técnicos sobre aplicação subsidiária de normas federais
Auditoria jurídica preventiva para redução de riscos
Nossa atuação combina anos de experiência na advocacia administrativa e estratégia combativa, sempre orientada à preservação da atividade empresarial e reputacional.
O que isso significa para empresas que contratam com o setor público?
A prevenção e a defesa técnica deixaram de ser opcionais. E, atuar rapidamente pode ser a diferença entre manter contratos públicos ou enfrentar restrições severas.




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